GET THE APP

Ibero-American Journal of Exercise and Sports Psychology

LA AUTOESTIMA Y EL APRENDIZAJE DE DESTREZAS MOTORAS DEPORTIVAS EN NIÑOS DE 6 A 8 AÑOS

RESUMO

Luis García y Clersida García

O propósito deste projeto tem sido realizar um estudo longitudinal de duas fases usando uma metodologia qualitativa de observação de campo (Erickson, 1986). Mais especificamente, o propósito tem sido tratar de compreender como é a autoestima em meninos de seis a oito anos de idade, que participam de programa de aprendizagem de habilidades esportivas. No estudo participaram 18 meninos y 14 meninas representantes da comunidade. Para tratar de compreender como é a autoestima destas crianças atuavam com outros e aprender habilidades esportivas, foram formuladas três perguntas: Como se comportam as crianças de idades compreendidas entre seis e oito anos quando participam ativamente em um programa de desenvolvimento de habilidades esportivas?; existem padrões de interação de como as crianças percebem suas habilidades?, se existem quais são? e existem algumas interações entre as crianças e a aprendizagem?, e se existem quais são? Foram coletados os dados das três principais fontes: as notas de observações de campo, documentos como vídeos, fotos, Questionário de Harter (1981) e testes de habilidades motoras fundamentais usando a análise da configuração total do corpo (Haubenstricker, Seefeldt, Fountain e Sapp, 1981); entrevistas formais e informais com os meninos e com os pais. Os resultados foram analisados usando processos indutivos e logo triangulados para verificar sua validade. Desta análise surgiram cinco observações, três delas caracterizaram a interação dos grupos de meninos e duas delas caracterizaram a interação das meninas. 1) meninos com una alta orientação competitiva e uma alta autoestima, 2) meninos com una alta orientação competitiva e baixa autoestima, 3) meninos com uma baixa orientação competitiva e uma baixa autoestima, e as meninas se agruparam, 4) meninas com uma alta orientação competitiva e uma alta autoestima, 5) meninas com uma baixa orientação competitiva e uma baixa autoestima. Em conclusão, se demostrou que existe uma interação recíproca entre a aprendizagem de habilidades motoras, a interação social do grupo, as habilidades motoras e a autoestima do aprendiz. Os meninos que tem uma excessiva orientação competitiva encontram dificuldades para aprender novas habilidades o esportes. A excessiva e contínua comparação e concorrência é prejudicial já que estas crianças tendem a julgar-se em relação de seus triunfos e derrotas. Assim mesmo, as crianças com alta orientação competitiva, na sua maioria baixas habilidades motoras e uma falsa autoestima, sofrem muito, lhes custa aprender, se isolam, se frustram ao não poderem triunfar, e repetidamente experimentam situações de fracasso. Os meninos/meninas que reconhecem que não têm habilidades motoras, que não são competentes, e possuem una baixa autoestima caem em uma relação de desinteresse em aprender. A interação das meninas com una altaorientação competitiva e una alta autoestima, parecem ser as mais saudáveis. Estas meninas sabiam que eram competentes, eram competitivas e possuíam uma alta autoestima mas também sabiam cooperar. Além disso, se observou neste estudo que os pais que são receptivos e sabem aceitar a realidade de seus filhos tendem a apoiar e facilitar o desenvolvimento e a aprendizagem dos mesmos.

PDF
Top

bahis siteleri superbetin

gaziantep escortseks hikayeleri

gaziantep escortgaziantep rus escort

https://paperio-live.com/

https://pmasites.com/https://casinositeleriniz.com/https://fbhesq.com/
https://babesoflondon.com/
wowcappadocia.com cappadocia tours
cappadocia-hotels.com cappadocia hotels
balloon-rides.net cappadocia balloon flights

wormax io

https://www.unitedluxury.net/